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Trabalhar em grupo, reutilizar conteúdos, partilhar ficheiros fazem parte do dia-a-dia de um docente ou de um investigador. Tarefas simples, mas a maior parte das vezes limitadas:
ter de utilizar o mesmo programa que os colegas (para editar textos, documentos de cálculo, apresentações, etc.);
não conseguir consultar certos ficheiros (antigos ou compostos noutros programas);
ver ficheiros ficarem corrompidos e portanto inutilizados;
não conseguir comunicar eficazmente conteúdos entre certos programas.
A maior parte das pessoas habituou-se a conviver com estas limitações, mas não tem de ser assim. Esta limitações resultam do facto de a maior parte das pessoas usar um formato documental privado.
O ODF, pelo contrário, é um formato público, e portanto, oferece novas possibilidades:
o ODF é independente da aplicação que o cria, pelo que pode ser aberto, sem perdas ou restrições, por potencialmente qualquer programa;
o ODF é um formato público, pelo que o acesso aos conteúdos neste formato será sempre livremente possível, hoje e no futuro;
o ODF é um formato human readable; assim, potencialmente, quando se perde ou se corrompe uma parte de um ficheiro, este não fica inutilizado;
sendo um formato público, cada vez mais os diferentes programas de software conhecem as características do ODF e por isso cada vez mais interagem sem dificuldades com ele, o que contribui para uma maior eficácia no trabalho.
Porque não usamos já todos o ODF? Já muitos países, empresas e pessoas o adoptaram. Mas para que possamos todos beneficiar com ele, a mudança tem mesmo de ser global.
Se este assunto lhe interessa, se gostava de participar nos debates promovidos pela ODF Alliance Portugal ou de obter mais informações,